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segunda-feira, 8 de abril de 2019

Porque acompanho os meus filhos no beisebol?


As crianças de hoje estão conectadas no seu iphone, nas redes sociais e nos jogos.
Muitos adolescentes estão dentro de casa,
Em seus quartos.
E afastado de seus pais.
Vivem em mundo virtual.
E nem sabemos por onde navegam
E com quem se conectam.

E se não criarmos mecanismos para se conectar a eles.
Nos afastaremos a cada vez mais.

E o esporte mais uma vez vem para contribuir este relacionamento.
Além de cuidar da saúde,
Dar disciplina e formação.
Ele vem para aproximar e transformar o núcleo familiar.

Mas, o esporte sozinho não faz milagres
Se os papais e mamães não acompanharem esta conexão.

Quando os pais participam do dia a dia do filho
Eles criam oportunidades para estarem juntos
Fortalecendo a relação,
Aumentando a intimidade
Conhecendo os amigos,
E principalmente, verá o pai e a mãe como um amigo.

Porque acompanho os meus filhos no beisebol?

Sábado
06:00 
O alarme do celular toca.
Eu me levanto
E partimos para mais um treino
Podia estar em minha cama quentinha.
Mas, no carro estamos conversando e rindo sobre o jogo passado.

07:30
Ajudo a preparar o café da manhã.
Eu lembro que nem lavei a louça da janta de ontem.
As crianças chegam para treinar.
Cumprimentam, beija, abraça.
E desejam um bom dia.

09:00
As crianças vão para o campo
Os pais e mães colocam a conversa em dia.
E, eu me lembro que tenho uma pilha de roupa esperando.

No vai e vem da manhã os atletas passam
Um diz: tiaaaa, consegui recuperar a nota.
Outro passa dando tchauzinho.
E assim vão passando as horas.

13:00
Almoço pronto.
Eu lembro que nem fiz as compras para semana.
As crianças vem se servir.
Ao passar, alguns contam como foi o treino.
Outros torcem o nariz quando oferece uma beterraba.
Mas, todos se sentam à mesa.
Sim. Sentam na mesa e não na frente da televisão ou computador.
E compartilham risada, conversas e trocam experiências.

E assim o dia vai passando
Conhecendo cada atleta do grupo.
Conhecendo os seus sonhos e suas histórias.

18:00
Hora de voltar para casa.
No meio do caminho,
Conversamos, rimos e interagimos.
Contando os acontecimentos do dia
E até o dia da escola que não tivemos tempo para sentar e conversar

Não é fácil.
É cansativo sim.
Temos o trabalho
A casa para cuidar
E a família para visitar.

Mas...
O mundo mudou
A sociedade mudou
O mundo virtual existe,
Não tem como acabar.
Nós pais que temos que criar mecanismos para conectar com os nossos filhos.
Não podemos deixar que a tecnologia vença a relação de pais e filhos.



sexta-feira, 18 de janeiro de 2019

2º Torneio Camelo, Mamãe?! - #tenYearsChallenge


Eu sempre acompanho as modinhas das redes sociais.
E quis participar da brincadeira do desafio dos dez anos.

Procurando as fotos do passado.
Eu deparo em "trocentas".
E percebo que a gente tira foto demais e nem tem noção disso....rs

E comecei a notar que as fotos entre o ano de 2007 e 2008,
O Gabriel sempre esta com o olhar triste, vazio e sem o sorrisão.
Foi a época que descobrimos que ele tinha DPAC.
Dias difíceis
Engordou 10 kilos em 6 meses.
Chorava muito.
Se jogava no chão.
Não tinha amigos
E não queria ir para escola.

Não tínhamos muita noção de como ajudá-lo.
DPAC era um bicho de 7 cabeças.
Não entendiamos que ele não entendia.
Não fazia sentido escutar e não compreender.

Sem saber o que fazer, o tio Luiz disse:
- Leva este menino no beisebol.
- Ele fará amigos.
- Será bom para ele.

E lá fomos nós,
A família toda em busca de uma esperança.
E de trazer a alegria no rosto do Gabriel.

E não é que o esporte promoveu a inclusão social.
Gabriel melhorou a sua auto estima,
A sua coordenação
E, principalmente, voltou o sorriso no rosto.

Este desafio dos 10 anos, nos mostra que dias melhores sempre virão.


E para comemorar tudo isso, para divulgar o DPAC e também o esporte que tanto ajudou o Gabriel, realizaremos o 2º Torneio Camelo, Mamãe.

Acontecerá nos dias 09 e 10 de fevereiro, no Gecebs, na cidade de Arujá.

Venham participar.
Traga a sua família, a alegria e o seu abraço.
Não precisa saber jogar, é só vir se divertir.

Para maiores informações entre em contato:

Herbert Higashi: 11 99418-9833
herberthigashi01@gmail.com

Cristhiane Higashi: 11 99418-7281
akiehigashi@gmail.com

Estamos aguardando todos


terça-feira, 26 de setembro de 2017

As aventuras de quem escuta e não compreende nos EUA

Eu sempre estou no Google procurando informações sobre o distúrbio do processamento auditivo o (DPAC)
No Brasil as informações são sempre as mesmas.
Parece que é um copia e cola das matérias.

Então, procuro em inglês o APD (Auditory Processing Disorder)
E às vezes consigo alguma informação nova sobre a dificuldade.
O grande problema é que muitas vezes o Google não traduz direito, e as palavras ficam meio soltas ou sem significado.

Nesta semana navegando na internet,
Encontrei 3 blogs sobre o DPAC.
2 blogs de garotas que vivem o DPAC e conta o seus relato.
E outro blog de uma mãe que tem uma filha com este problema.
Mas, estes blogs não são mais atualizados.
Uma pena.

Duas coisas me chamaram a atenção nestes blogs

O Barulho.
Todas elas relatam que os barulhos as incomodam.
Que o mundo é muito barulhento.
Porque os sons chegam todos na mesma intensidade.
E que separar todos estes sons, é complicado e cansativo.
E fiquei triste quando uma garota diz que sonha com um mundo silencioso.
Elas também usam fones de ouvidos para fugir do barulho.

O Gabriel sempre reclamou disso
Gabriel: Nath para de fazer barulho.
Eu: Gabriel, ela não esta fazendo nada, só esta colorindo o seu desenho.
Gabriel: Mas, este som me irrita.

Sempre achei um exagero,
E achei que era uma característica muito do Gabriel.
Mas, agora vejo que não.
Que o barulho realmente atrapalha.


Deficiência escondida.
Elas relatam que o DPAC é uma deficiência escondida.
Porque todos olham para elas como se fosse perfeitas.
E não percebem a dificuldade que é para compreender as informações.
Ou acompanhar uma conversa.
E que quando percebem que elas não entendem, acham que elas são burras.
E as incomodas, deixam tristes e elas relatam da dificuldade de socializar.

O DPAC no Brasil e nos EUA são muito parecidos.
A única diferença é que nos EUA o governo dá apoio para estas crianças.
Eles têm um programa para ajudar a desenvolver.
E o aparelho que o Gabriel usa (Sistema FM) o governo disponibiliza nas escolas.

E o melhor de tudo ......
As faculdades oferecem bolsas de estudos para estas crianças com dificuldades.

Um dia... ah... um dia.. quem sabe chegamos lá também.

Coloco o blog das garotas para vocês conhecerem um pouco o seu dia a dia.

https://draft.blogger.com/profile/04927314601907231841

http://apdgirl.blogspot.com.br/


quarta-feira, 2 de agosto de 2017

As Aventuras II - Sejam bem vindos #15

Gabriel, Yudinho, Nana e Digo.
Eu contei os dias,
As horas
E os minutos para vocês voltarem.

Vocês foram juntos para Terra do Tio Sam.
Viveram muitas histórias.
Alegrias
E adversidades.

Se divertiram.
Se uniram muito.
E se ajudaram como verdadeiros irmãos.

Vocês voltam trazendo na bagagem muitas experiências.
Que levarão para uma vida toda.
Terão oportunidades de fazer novas viagens.
Juntos ou separados.
E com a certeza que nós sempre estaremos esperando vocês,
De braços abertos para o que der e vier.

As aventuras acaba por aqui.
Mas, com a certeza que:
Amizade,
Amigos
E família
É o que mantém firme a esperança de
Dias felizes
Dias melhores para sempre.







domingo, 30 de julho de 2017

As Aventuras II – Ultimo Jogo #12

E foram vários jogos.
Jogos que ficarão na memória.
Jogos que serão lembradas ao longo do tempo.

Teve superação.
Teve garra
E muita alegria dentro e fora de campo.

Agradeço a beisebol.org por proporcionar a alegria para estas crianças.
E a Dawn e as famílias que receberam os nossos meninos.


















sexta-feira, 28 de julho de 2017

As Aventuras II – Troca de Pins #10

E chegou o grande dia.
O dia de trocar pins.
O Gabriel sempre diz:
É o melhor dia.
O dia mais divertido.

Gabriel pegou o seu potinho de pins da bolsa.
E partiu para trocar com os atletas do outro time.

Nath estava ansiosa.
Afinal de contas, Gabriel falava muito deste dia.
E queria ver se realmente era divertido.

No final da história.
Nath trocou mais.
A Dawn disse que os meninos procuravam a Nath para trocar?
Bom, não entendi o porque.... hahaha

O importante é todos se divertiram
E sairam com uma grande recordação.